CONDROPATIA OU CONDROMALACIA, CONHEÇA OS 7 PRINCIPAIS ERROS COMETIDOS DURANTE OS EXERCICIOS

Atualizado: 1 de Dez de 2020

Sem duvidas, o tratamento e inserção no esporte de pessoas que se tratam de condromalácia ou condropatia patelar é um dos grandes desafios da medicina esportiva atual. Felizmente, a melhor compreensão da doença, aliado ao desenvolvimento de novos métodos de treinamento fizeram com que o seu tratamento avançasse nas últimas décadas, permitindo que pessoas com graus avançados da doença tivessem alívio completo dos sintomas e que retornassem plenamente ao esporte.



Ligada a fatores genéticos, familiares e a distúrbios biomecânicos como o valgo dinâmico, a lesão acomete principalmente mulheres corredoras e seu tratamento envolve 4 fases distintas:

I) Regenerativa: onde recursos analgésicos e o fortalecimento muscular inicial são empregados;

II) Preventiva: onde os exercícios iniciais prescritos da fisioterapia recebem continuidade em atividades como a musculação, o pilates e a hidroginástica;

III) Retorno ao esporte: onde a equipe de transição aplica testes funcionais e periodiza o treino

IV) Ganho de performance: onde a reavaliação periódica aliado a outros recursos da medicina esportiva possibilitam que o esporte seja praticado de maneira competitiva.

Como a condromalácia, assim como qualquer condropatia possui altíssimo risco de recidiva, é justamente nesta fase entre a melhoria dos sintomas e retorno ao esporte onde alguns erros comuns podem frustrar o paciente e a equipe. São eles:


1. Realizar autodiagnóstico

Com o crescimento da internet e das redes sociais tem permitido que toda a população, independente da classe social, tenha acesso às informações medicas. Felizmente, a grande maioria das pessoas utiliza estas informações para complementar uma consulta medica tradicional. Mas, infelizmente, outras acabam pulando etapas básicas e, na tentativa de um autodiagnóstico acabam agravando o problema.


2. Treinar sozinho

A presença de um profissional de educação física que que domine não só a modalidade esportiva, mas também sobre a condropatia é de fundamental importância. A execução correta do exercício e a metodologia empregada são de fundamental importância na prevenção de lesão e na resposta fisiológica.


3. Treinar sem o alivio completo da dor

Mesmo que os exercícios sejam executados de maneira correta, a dor tanto durante, quanto após o treino leva à inibição muscular e a resposta muscular pode ser de inibição, com consequente catabolismo (atrofia). Por este motivo, muitas vezes o inicio do trabalho de fortalecimento deve ser realizado com recursos da fisioterapia e a transição à academia e ao esporte, muito bem planejada.


4. Investir em suplementos

Com o crescimento do conceito fitness das redes sociais e, com o forte apelo comercial, muita gente começa a utilizar diversos suplementes que prometem melhoria da função da cartilagem e de uma resposta muscular mais rápida. Isso, além de ser um grande desperdício de recursos financeiros também leva à frustração do paciente. A resposta muscular é lenta, gradual e intimamente ligada a fatores genéticos, gênero e idade. Quando indicados, os suplementos, principalmente aqueles ligados à hipertrofia muscular passam a ter efeito após o período médio de 3 a 4 meses, em média.


5. Aumento exagerado da carga

Infelizmente, o conceito de que a progressão dos exercícios estaria ligada exclusivamente ao aumento progressivo de carga ainda é difundida. A ideia de que “se estou mais forte, aguento mais peso” é muito comum e deve ser eliminada. Importante que seja esclarecido que o mais importante é que a musculatura haja de maneira sinérgica, harmônica e que proteja a articulação.


6. Iniciar o fortalecimento sem o diagnóstico correto para a condromalacia.

Infelizmente, é MUITO comum erros diagnósticos da condromalacia. Lembrando que a descrição de uma condropatia em exames de imagem, como a ressonância, pode estar ligado ao envelhecimento da cartilagem do individuo e não estar necessariamente ligado ao sintoma de dor. O exame físico é soberano!!


7. Não respeitar fatores individuais

A prescrição de exercícios para condromalacia envolve fatores individuais como gênero, idade, treinamentos prévios, memória muscular, biotipo, grau da condropatia (dor, limitação de movimento, inibição muscular, presença ou não de inchaço) e, finalmente, o esporte em que se deseja retornar. Para o mesmo grau de condropatia, não se pode prescrever o mesmo treino para uma pessoa que sempre treinou e deseja retornar para a corrida de rua e tem o peso controlado, por exemplo e outra que nunca treinou e deseja apenas realizar exercícios para ganho de qualidade de vida.


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Se você tem dor, NÃO se auto-medique sem saber a causa das suas dores.

Não existe medicamento mágico, pomada, massagem, técnica revolucionária, exercício único! Esqueça isso!

Não existe receita de bolo, ou seja, cada paciente precisa de um tratamento específico para seu caso e por isso uma avaliação é fundamental!

Outra coisa, você pode até fazer um exame, mas não acredite em tudo que vai ler!

Leve este exame a um bom profissional que saiba ler e interpretar bem o laudo, mas faça PRINCIPALMENTE uma boa Avaliação Física utilizando testes Ortopédicos e Neurológicos com embasamento Científico! Só assim você vai tratar o que de fato te causa dor!


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