DOR NA VIRILHA E QUADRIL PODE SER PUBALGIA!

A pubalgia, também conhecida como pubeíte ou osteíte pubica, é uma condição dolorosa da sínfise púbica ou na origem adutora que se agrava gradativamente com o esforço físico e melhora com realização de repouso e exercícios fisioterápicos.



Infelizmente, sua ocorrência nos esportes tem aumentado, especialmente em adolescentes e adultos jovens praticantes de esportes nos quais se faz necessária a realização de chutes repetitivos e mudanças abruptas de direção, como, rúgbi, hóquei, tênis e, em especial no futebol, acometendo com maior frequência os jogadores de meio de campo por conta do toque de bola aos atacantes, mecanismo composto de adução e rotação externa do quadril.

Tipos de Pubalgia

A pubalgia pode ter ser do tipo aguda (pubalgia traumática) ou crônica (pubalgia crônica), causa por repetições. O mecanismo de lesão engloba movimentos de hiperextensão repetitiva do tronco em associação com hiperabdução da coxa, com tração do periósteo na inserção do músculo reto abdominal ou na origem do músculo adutor longo da pelve (figura abaixo). Acredita-se que o excesso de tração muscular com vetores multidirecionais leve a degeneração da sínfise púbica.

O esquema mostra as relações e os pontos de fixação dos músculos-o músculo reto abdominal e adutor longo e do ligamento inguinal até a sínfise púbica. As setas indicam as direções dos principais vetores de força no qual osso púbico é comumente submetidos durante as atividades esportivas.

Diagnóstico da Pubalgia

O diagnóstico da pubalgia é realizado através de uma avaliação dos sintomas, juntamente com uma avaliação biomecânica. No exame clínico, observa-se a presença de uma exacerbação de sensibilidade no tubérculo púbico anterior. A dor também pode ser mimetizada pela flexão do quadril, rotação interna e contração da musculatura abdominal. O importante no diagnóstico é estabelecer uma relação entre o histórico e o exame físico.

Pelos exames de imagem, a radiografia simples pode mostrar a degeneração da sínfise púbica e a ressonância magnética, mostra edema ósseo característico da lesão.

Deve-se realizar o diagnóstico diferencial de outras patologias, como a síndrome do músculo piriforme, tendinose do iliopsoas, osteíte púbica, dentre outras.

Nota-se que a lesão ocorre:

  • 12% dos casos bilateralmente;

  • Em 40% dos casos, inicia-se na região são os adutores;

  • Apenas em 6% dos casos, ocorre na área perineal;

  • Em 70% dos casos, ha um aumento gradual da dor;

  • Apenas em 30% dos casos, tem início traumatico e doloroso.

Tratamento Pubalgia

O tratamento conservador da pubalgia traumática, caso não haja perda de mobilidade, pode ser o repouso, associado ao uso de anti-inflamatório, gelo, bandagens funcionais e Fisioterapia Especializada.

Visa, basicamente o fortalecimento, alongamento e reequilíbrio dos grupos musculares envolvidos na lesão. Deve ser sempre instituído para o atleta amador.

Assim como em outras lesões, o bom senso deve prevalecer no tratamento da pubalgia. Em atletas profissionais ou adolescentes que pretendem se profissionalizar nos esportes, o afastamento prolongado ao esporte pode comprometer o rendimento e, consequentemente, a carreira. Por este motivo, é fundamental que se faça avaliações funcionais com um Fisioterapeuta pensando sempre na prevenção da lesão.

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