TRATAMENTOS - COLUNA

ITC VERTEBRAL

METODOLOGIA - ITC VERTEBRAL

Veja nossos equipamentos
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O nosso programa de tratamento é totalmente baseado em Evidência Científica. 

A Reconstrução Músculo-Articular é um método NÃO CIRÚRGICO que utiliza técnicas de fisioterapia validadas cientificamente e tecnologia de última geração. Esta é uma metodologia exclusiva que já alcançou projeção em três continentes.

Esse método já ajudou, aproximadamente, 60.000 pacientes em todo o Brasil. Se você tem alguma lesão na coluna, como Hérnia de disco lombar, Hérnia de disco cervical, Dor Ciática, Cervicalgia, Lombalgia, dentre outras, esta metodologia irá ter ajudar a se livrar das dores!

 

Trata-se de um Tratamento de Coluna Vertebral sem cirurgia com 87% de sucesso. Desenvolvido no Brasil pelo ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral), a Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral, método não-cirúrgico para tratar hérnia de disco e outras lesões da coluna.

Este método visa melhorar o grau de mobilidade músculo-articular, diminuir a compressão no complexo disco vértebras e facetas dando espaço para nervos e gânglios, fortalecer os músculos profundos e posturais da coluna vertebral através de exercícios terapêuticos específicos enfatizando o controle intersegmentar da coluna lombar, cervical, quadril e ombro.

TRATAMENTO NÃO CIRÚRGICO PARA A COLUNA VERTEBRAL

O ITC Vertebral desenvolveu uma técnica de tratamento para a coluna vertebral sem procedimentos invasivos. Os pacientes são tratados de acordo com os sintomas e sinais da dor. Não existe um trabalho padrão e é aí que consiste um dos grandes diferenciais do ITC Vertebral: o indivíduo passa por uma avaliação criteriosa, sendo direcionado, a partir dessa primeira etapa, para um atendimento personalizado. Fala-se, portanto, em “Subclassificação” das dores na coluna vertebral, os critérios de tratamento obedecem às características individuais do estado clínico do paciente.

Esse trabalho é baseado numa pesquisa científica que foi iniciada em 1995 em Pittsburg, EUA, depois foi revisada em 2005 e 2010 por Jullie Fritz e publicada nos principais jornais e revistas científicas do mundo. A pesquisa identificou que para cada tipo de dor existem diretrizes de tratamento a serem seguidas, ou seja, as manifestações dolorosas são classificadas e recebem tratamento específico, podendo ser: manipulação ou mobilização articular; a mesa de tração; exercícios direcionais; a estabilização segmentar vertebral e a estabilização dinâmica, que atuam fortalecendo a musculatura profunda da coluna. Esses são os quatro caminhos preconizados pela pesquisa de subclassificação.

O ITC Vertebral incorporou a devida pesquisa ao trabalho clínico e acrescentou à subclassificação os exercícios e o acompanhamento ao paciente no pós-tratamento. A atenção especial ao pós-tratamento (com um programa completo de fortalecimento muscular) é decorrente do caráter degenerativo das lesões na coluna, que não têm cura. O tempo de duração do programa de tratamento não é prolongado, em dois meses são obtidos 87% de bons resultados até em pacientes mais graves.

Mas além do embasamento científico, todos os mais de 236 fisioterapeutas da rede apresentam uma excelente formação técnica com experiências clínicas que capacitam o profissional a atender às demandas individuais dos pacientes.

 

ETAPAS DO PROGRAMA DE TRATAMENTO ITC VERTEBRAL

 

Fisioterapia Manual

Antes de qualquer tratamento que envolva movimentos de rotação articular, é importante que o terapeuta se assegure de que a amplitude de deslizamento articular é suficiente para evitar qualquer lesão à articulação.

Qualquer movimento ativo, contra-resistência ou passivo mais amplo pode lesionar uma articulação se o deslizamento articular subjacente for inadequado.

Isso é particularmente válido se o movimento de rotação osséo está próxima ao final de sua amplitude de movimento. Não se pode assumir que uma atividade mobilizadora geral irá melhorar o deslizamento articular.

É mais racional examinar, em primeiro lugar, o deslizamento normal e, se necessário, restaurar o deslizamento com tração ou a mobilização por deslizamento.

Movimentos de tração e deslizamento também podem ser utilizados para manter e melhorar a mobilidade de articulação. Exemplificando: esses movimentos podem diminuir a dor, o espasmo muscular e o edema, melhorando, dessa maneira, a mobilidade sem alongar os tecidos. A disfunção dos tecidos moles pode alterar o movimento articular e diminuir a eficácia da mobilização-alongamento da articulação. É por isso que o tratamento frequentemente começa com o procedimento visando diminuir a dor e o espasmo muscular ou aumentar a mobilidade das articulações, produzindo um efeito mais duradouro.

O tratamento para melhorar a circulação e, portanto, para elevar as temperaturas dos tecidos moles é também útil para as mobilizações. O modo mais efetivo para "aquecer" os tecidos moles é o exercícios. Outras modalidades passivas também poderão ajudar.

As mobilizações articulares restauram e mantêm o funcionamento normal e indolor em articulações com hipomobilidade articular progressiva.

 

Maca de Flexão-Descompressão

Este equipamento possibilita que o fisioterapeuta tenha total controle sobre a mobilidade da coluna vertebral do paciente, permitindo movimentos de flexão, extensão, látero-flexão e rotação.

Desta forma, o tratamento pode ser realizado de uma forma mais confortável e mais precisa.

Nesta mesa, aplica-se uma força de descompressão associada à flexão da coluna vertebral exatamente no nível a ser tratado.
 
Entre os efeitos desta técnica estão:
• O espaço do disco posterior aumenta em altura;
• A flexão diminui a protrusão do disco e reduz a estenose;
• A flexão alonga o ligamento amarelo para reduzir a estenose;
• A flexão abre o canal vertebral em 2mm (16%) ou 3,5 mm à 6mm;
• A flexão aumenta o transporte de metabólitos para o disco;
• A flexão abre as articulações apofisárias e reduz a tensão no disco posterior;
• O núcleo pulposo não se move na flexão. A pressão intradisco cai sob a tração para baixo de 100mmHg. Na extensão o núcleo projeta-se posteriormente para o canal vertebral;
• Abertura foraminais intervertebrais aumentam dando espaço para o nervo e gânglios de raiz dorsal.
 
A Ergostyle é capaz de ser regulada de acordo com a evolução do paciente, minimizando posturas dolorosas durante o tratamento.

Outra técnica oferecida pela mesa é o "Drop". O Drop é uma técnica manipulativa pouco agressiva que usa a propriocepção como embasamento de funcionalidade.

 

Mesa de Tração Eletrônica

Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração vem sendo usadas com sucesso durante anos no tratamento das discopatias e doenças degenerativas da coluna vertebral. Os equipamentos utilizados nos processos de tração evoluíram longe das rotinas de tratamento no brasil por questões de custos e falta de informação científica sobre este assunto em nosso país.

Grandes fabricantes de equipamentos terapêuticos e cientistas americanos investiram seriamente em pesquisas durante décadas enquanto aprimoravam técnicas seguras e eficazes de utilizar a tração vertebral e seus benefícios.

Finalmente chegamos à TRITON DTS: A mesa possui um mecanismo de deslizamento com molas que controlam o atrito do paciente sobre a mesa e garante progressão segura, suave, confortável e precisa nos processos de aplicação e retirada de carga de tração. Outros pontos positivos são as novas peças de apoio para joelhos que facilitam a retificação da coluna lombar e as cintas de contato circunferências que são largas e flexíveis para promover um ajuste perfeito ao padrão corporal de cada paciente.

Os ajustes de tempo, carga e tipo de tração (intermitente ou estática) e outras características  do processo de tração são programados pelo fisioterapeuta e dependem de cada paciente e da patologia a sr tratada. por isso equipamento possui uma unidade de tração automática, computadorizada que promove uma força descompressiva no eixo axial da coluna vertebral do paciente.

A TRITON DTS ainda oferece uma chave de controle que permite ao paciente desativar a tração eletrônica sem a ajuda do fisioterapeuta em caso de desconforto, reduzindo a carga gradativamente a zero.

Essa descompressão traz inúmeros benefícios como: Aumento do espaço invertebral alongando os músculos espinhais monoarticulares, melhora a mobilidade dos ligamentos e cápsulas das facetas (que têm 30% da responsabilidade nas compressões radiculares), alarga o forame intervertebral e retifica curvaturas espinhais.

Efeitos mecânicos - melhora da circulação local; diminuição da compressão da compressão das superfícies facetarias; diminuição da compressão sobre as raízes nervosas; alongamento mecânico do tecido retraído.

Efeitos neurofisiológicos - estimulação dos mecanoceptores e a inibição da proteção reflexa que diminui o desconforto dos músculos em contração.

Este equipamento possui uma unidade de tração automática, computadorizada que promove uma força descompressiva no eixo axial da coluna vertebral do paciente.

Estabilização Vertebral

A estabilidade vertebral é dada por elementos estáticos e dinâmicos da coluna vertebral sendo os estáticos: corpos vertebrais, articulações facetários, cápsula articular, discos intervertebrais e os ligamentos espinhais; e os dinâmicos: o sistema musculotendineo em especial os músculos multifidos e transverso do abdômen.

A estabilidade pode ser definida como a habilidade de controlar movimento e de prevenir movimentos indesejáveis ao redor de um ponto fixo. Através da técnica de estabilização vertebral, desenvolvida na Austrália, podemos fortalecer os músculos profundos da coluna vertebral e melhorar o grau de estabilidade vertebral.

O programa de estabilização vertebral utiliza o sistema muscular para proteger as estruturas articulares da coluna de microtraumas repetitivos, dor recorrente e mudanças degenerativas.
 
Uma vez que os elementos estáticos da coluna vertebral, que sofreram ação externa lesionando-se, já não respondem à estabilização provida por estes, se faz necessário a ação dos elementos dinâmicos. Porém na presença da dor lombar esses elementos, sistema musculotendíneo, sendo mais específico os músculos multifidos, não atuam eficientemente, gerando assim a necessidade de recondicionamento do mesmo (O'SULLIVAN, 2000)

O Transverso Abdominal é um músculo mais profundo que se localiza na região ântero-lateral do abdômen e se insere anteriormente na linha alba e púbis e posteriormente na face interna, borda inferior das 6 últimas cartilagens costais, processo transverso das vértebras lombares, crista ilíaca e ¼ lateral do ligamento inguinal.

Os Músculos Multifidos são responsáveis por 2/3 da rigidez segmentar (Richardson et al. 1999) e atuam na extensão rotação, inclinação lateral e estabilizadores lombar.

Origem: Dorso do sacro, EIPS, processos mamilares das lombares, processo transverso das torácicas e processos articulares da C4 à C7.

Inserção: Processo espinhoso de 3 a 5 vértebras acima. O papel dos músculos estabilizadores segmentares é de promover proteção e suporte às articulações através do controle dos movimentos fisiológico e translacionais, que no caso excedam 4 mm (COMEFOR  e MOTTREM, 2001 apud MARINZECK, 2002). Para que tal aconteça é necessária uma ativação tônica, de baixa intensidade e especifica estabelecendo assim o controle motos normal desses músculos (MARINZECK, 2002).

Nesta caso de controle da musculatura do tronco, segundo Kisner e Colby (2003), durante a realização dos exercícios, o terapeuta dirige a atenção do paciente para a posição em que a coluna se encontra e a sensação da contração dos músculos, objetivando a percepção da estabilização da coluna vertebral.

A aplicação da técnica:
Em primeiro momento realiza-se um treinamento da estabilização localizada que consiste em contrações isométricas do músculo abdominais com co-contrações dos músculos multifidos (BISSCHOP, 2003).


A) O paciente aprende a contrair o transverso do abdômen e multifidos.
B) Manter a co-contração do transverso e dos multifidos enquanto realiza atividades alternadas com os membros superiores e depois inferiores.

 

Com o objetivo de ativar os estabilizadores locais.

Em um segundo estágio o paciente aprende a contrair os estabilizadores durante atividades complexas.

Já em uma fase três é incluso a contração de músculos intrínsecos e globais.

Para isso contamos com alguns equipamentos como o Stabilizer e Eletromiógrafo de superfície. O Stabilizer é um aparelho simples destinado a registrar as alterações de pressão numa bolsa de pressão pneumática e que permite detectar o movimento da coluna e suas compensações durante o exercício.