DIAGNÓSTICO

AVALIAÇÃO CINEMÁTICA

O objetivo desta avaliação é analisar o movimento do paciente de forma minuciosa, utilizando recursos tecnológicos, para identificar possíveis causas de dor,  prevenir lesões e melhorar a performance de corredor, independentemente do nível técnico dele.

O corredor e praticante de Triathlon Rafael Pavan, por exemplo, estava com uma dor muito forte no calcanhar de Aquiles que o impedia de treinar. Começou a sentir o calcanhar durante o treino em fevereiro. A dor era tamanha que ele mancava para andar.  Os amigos da academia sugeriram que ele procurasse um fisioterapeuta. Ele foi até o nosso Instituto e fez a avaliação cinemática.

Depois do exame os fisioterapeutas identificaram que o problema estava no quadril e refletia no calcanhar de Aquiles. Elaboram um tratamento de fisioterapia esportiva e até orientaram a planilha de treinos de fortalecimento muscular da academia.

“O teste é muito útil e bem legal de fazer”, diz o Triatleta. Depois da avaliação, na saída da terceira sessão da fisioterapia ele já conseguia caminhar sem dor. Hoje, seis meses depois, ele consegue correr 8K direto com pace 5:30 sem nenhuma dor. “Agora nem preciso mais fazer gelo”, destaca. A meta dele agora é correr uma meia maratona em novembro, vai começar a treinar para isso em breve. Rafel corre há oito anos e sentiu muita falta da corrida nesses meses de recuperação.

 

Esta avaliação dos membros inferiores é feita através de tecnologia avançada, utilizando um equipamento, que permite analisar como os ossos e os músculos estão organizados na reação à gravidade e às forças atuantes no corpo humano. O foco deste trabalho se concentra no alinhamento biomecânico dos membros inferiores com o objetivo final de melhora do quadro do paciente e de uma maior qualidade de vida de forma não invasiva.

 

Rápido e indolor

O foco desse protocolo é recuperar lesões e evitar Cirurgias.

Fazemos uma análise digital computadorizada da biomecânica do movimento. O processo dura em torno de 45 minutos e não dói nada

No bate papo inicial, avaliação clínica, perguntamos o objetivo do paciente, colhemos seu histórico de corrida e se apresenta algum tipo de dor, lesões anteriores etc. Depois o paciente troca de roupa, como no teste ergométrico. Por isso é importante trazer um top, shorts e tênis. O shorts não pode ter listras laterais nem elementos que reflitam a luz, o tênis também não deve ter elementos que reflitam a luz.  

Em seguida são coladas em pontos estratégicos do seu corpo pequenas esferas refletoras e começa a avaliação. Primeiro um agachamento no step, depois vem a esteira – caminhada e um trote a 7k/h de dois minutinhos, em duas posições distintas. O paciente tem a oportunidade de se ver correndo de perfil e de costas. Enxergar a própria biomecânica faz uma diferença danada.

Durante o exame analisamos o padrão de pisada (antepé - retopé – ou seja não aterrissa primeiro com o calcanhar, mas com a parte da frente do pé) e aproveitamos também para explicara qual o tênis de corrida é o mais apropriado para cada paciente. Um erro muito comum observado nos pacientes e que eles correm com a coluna reta, zero grau de inclinação, o que exige mais do quadríceps e pode gerar futuras lesões no quadril.

O nosso corpo é sábio e arruma estratégias para proteger partes com dor, no caso do triatleta Rafael, o joelho esquerdo, que já passou por uma cirurgia e escapou da terceira.

Por fim emitimos um laudo, com conclusão e sugestão de tratamento preventivo de fisioterapia para o paciente possa voltar a correr com tudo, e livre de leões. 

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