LOMBALGIA é um sintoma ou uma doença? Como eliminar esta dor?

Atualizado: Ago 23

A dor lombar ou lombalgia se caracteriza por uma dor aguda na região que pode ter como causa principal uma Hérnia de Disco, sobrecarga de ligamentos, tensão muscular e até fraqueza muscular. Desta forma o termo LOMBALGIA é considerado apenas um SINTOMA, ou seja, dor na região LOMBAR.



Existem diferentes fatores desencadeantes da lombalgia. Contudo, a questão postural e o sedentarismo estão entre os principais fatores de risco.

Dores na região lombar são, cada vez mais, frequentes e afetam não somente pessoas com idade mais avançada, o público mais jovem (incluindo crianças e adolescentes) também manifesta queixas recorrentes nos consultórios médicos.

Mas nem toda dor nas costas implica a existência de um problema mais grave na região. A lombalgia, normalmente, requer maior atenção e acarreta sintomas que sem o tratamento correto podem ser permanentes, prejudicando a qualidade de vida do paciente.

Hábitos incorretos de postura ao deitar, sentar ou realizar qualquer atividade do dia a dia, no trabalho e lazer podem acarretar em malefícios à coluna. Mas outros fatores também podem ser apontados como causas para o desenvolvimento da lombalgia.

É o caso de inflamações/infecções; hérnias de disco, artrose ou escorregamento de vértebra; sedentarismo; obesidade; fatores genéticos; envelhecimento e até questões emocionais.


Veja esse vídeo onde o Dr. Giuliano Martins explica mais sobre a LOMBALGIA.


A lombalgia ocorre na parte inferior da coluna vertebral (coluna lombar).

Cerca de três em cada quatro adultos vão ter dor nas costas durante sua vida e esses números podem subir, devido ao aumento do número da população mais idosa.

Uma grande parcela da população nos dias de hoje convive com dor lombar, resultado de má postura, sedentarismo, posições incorretas no ambiente de trabalho, nos afazeres domésticos entre outros fatores associados, incluindo a execução errada de exercícios.


Essa dor pode ser aguda ou crônica.

A dor aguda dura, normalmente, de quatro a seis semanas, enquanto a dor crônica pode durar toda uma vida, indicando um problema bem mais grave na coluna vertebral.

O paciente descreve que sua coluna está travada, ele tem limitação na flexão anterior da coluna, dor e limitações nos primeiros movimentos pela manhã.



90% DA POPULAÇÃO TERÁ PELO MENOS UMA CRISE DE LOMBALGIA NA VIDA

O problema mais comum é a lombalgia aguda, com duração da dor menor que 12 semanas. Trata-se de uma dor que aparece na coluna lombar (entre a última costela e as nádegas), que piora muito ao fazer qualquer movimento com o corpo. Por isso, o paciente “anda com o corpo duro”.

A causa mais comum da lombalgia aguda é algum movimento errado que o paciente fez no seu dia a dia, como: carregar peso em excesso ou de forma errada; abaixar o tronco para pegar algum objeto com as pernas esticadas; fazer rotação do corpo mantendo os pés parados no chão, ao invés de rodar todo o corpo; pegar algum objeto em uma estante alta inclinando o corpo para trás, dentre outros comportamentos.

Quando a dor nas costas dura mais que 12 semanas ela pode ser caracterizada como lombalgia crônica e, por ter causa multifatorial, é bem mais difícil de ser tratada, requerendo a procura de um centro especializado em dor, com equipe multidisciplinar.

Independentemente da duração da dor, o indicado é, ao surgimento dos sintomas, que a pessoa procure um especialista para avaliar a gravidade do problema e iniciar o tratamento.


MAIOR PARTE DOS CASOS DE HÉRNIA DE DISCO POSSUI ANTECEDENTE DE LOMBALGIA

A lombalgia – dor nas costas – está presente na grande maioria da população mundial adulta, sendo que de 30 a 40% destas pessoas apresentam de forma assintomática hérnia de disco lombar e de 2 a 3% já estão acometidas pelo sintoma desta patologia, cuja prevalência acima dos 35 anos é de 4,8% no universo masculino e 2,5% no feminino.

No país, segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam como “amortecedores” naturais do impacto entre elas. Dessa forma, a estrutura se desloca e comprime os nervos da região.



A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de, aproximadamente, 37 anos. Por causa da correria do dia a dia, má postura e sedentarismo, muitos brasileiros não se preocupam em fazer atividades físicas e cuidar da postura.

Quando a crise aparece, muitos só enxergam a cirurgia como opção. No entanto, muitas pesquisas têm apontado tratamento convencional e exercícios físicos como solução para cerca de 90% dos casos.

Embora não seja mortal, a hérnia de disco pode levar indivíduos economicamente ativos a se aposentarem por invalidez, sendo as causas multifatoriais, como: permanecer sentado por longas horas e o comportamento sedentário. Devido à repercussão econômica causada pelas lombalgias e hérnias de disco, elas se tornaram a 1ª causa de pagamento de auxílio doença e a 3ª causa de aposentadoria por invalidez.

O comportamento sedentário tem auxiliado para o crescimento desta enfermidade no país, onde muitos médicos indicam a cirurgia como primeira forma de tratar a doença, sendo que muitas pesquisas apontam o tratamento convencional com ótima resposta. Pessoas com sobrepeso também são mais afetadas pela lombalgia.

É importante saber que o sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de dores na coluna. O excesso de peso acaba oferecendo um impacto maior à região, contribuindo para o surgimento ou agravamento das terríveis dores lombares.


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